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Alegrete, Centro do Mundo,

14 de setembro de 2011

Pirisca Grecco recebe 'passaporte' Alegretense


Por esses tempos de Semana Farroupilha, o Baita Chão recebe de braços abertos os alegretenses que estão desgarrados por outras Estâncias e também milhares de estrangeiros que vêm beber da água do Ibirapuitã. E numa destas, o vento Minuano trouxe uma leva de uruguaianenses para o solo Alegrentense, dentre os habitantes da nossa Vila mais bem cuidada estava o músico que rodeia o Mundo (mas nasceu no lado de lá do Alegrete), Pirisca Grecco (no twiiter @piriscagrecco).

A alegria do Pirisca Grecco ao receber o Passaporte Alegretense - Foto: Nani Albuquerque

O hômi veio pra ser um dos jurados do festival que conquistou no ano passado, o Canto Farroupilha que está na sua terceira edição e acontece dentro do Acampamento Farroupilha, no Parque de Culturas, Gineteadas e Leilões Drº Lauro ‘Dornél’. Aqui no Baita Chão, certamente. E concedeu um baita show no dia 12 (segunda-feira) junto com a sua La Comparsa Eletrica.

Além de uma entrevista especial para a equipe do Baita Chão News, Pirisca Grecco recebeu o PASSAPORTE TEMPORÁRIO que lhe conferiu o visto por tempo indeterminado nas terras da República Federativa do Alegrete. Um aval que a Polícia Federal Alegretense e o Palácio do Governo concedeu ao gaúcho que é uruguaianense e, por isso, ‘dos estrangeiro’. Fontes nos informaram que hômi vai enquadrar o Passaporte que recebeu do BCN pra colocar em cima da lareira lá nas casa.

Pirisca Grecco exibindo o seu visto ao lado da repórter do BCN, Márcia Pilar. - Foto: Nani Albuquerque

Cria dos Festivais, Pirisca é uma das forças que participam da luta para que os concursos de música Nativista não se estingam e se utiliza da Internet para unir músicos: “Acho que esse é o jeito, assim estamos derrubando cercas para podermos ser todos gaúchos, né?! Uruguaianenses, Alegretenses, Itaquienses e por aí vai. O bom mesmo aqui. A gente passa aí as fronteiras e já começam a cair barreiras. Mas o Paraíso é mesmo aqui, onde estão as mulheres mais bonitas, a carne boa e o futebol bem jogado só tem aqui no Rio Grande do Sul”.

E continua: “Os Festivais não podem acabar, tem que ter resistência. Sou cria de tudo isso, dos CTGs, da Califórnia da Canção e o meu palco são os Festivais. É muito bom tu vir aqui e cantar músicas tuas para um público legal, que vai acompanhar a tua letra. E os Festivais são uma forma de incentivar a gurizada a compor, a cantar e a estudar o gauchismo. E isso aqui não pode morrer!”.

Sobre bairrismos e identidade gauchesca, Pirisca Grecco diz: “Na verdade eu já enxerguei bem assim numa época, mas como a gente começa a transitar e a viver muito fora de casa... em rancho alheio, a gente acaba vendo as coisas de outra forma e então que Uruguaiana acabou ficando um pouco longe de tudo, afastado do Alegrete, de Itaqui, da Argentina...”.

E como ele mesmo falava após cada música: "Muchas gracias, Alegrete". Nós do BCN te dizemos MUCHAS GRACIAS, PIRISCA!

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